ENCHENTE DE SÃO MIGUEL

Contam que é assim, eu não sei se é.             Uma vez o padroeiro desta terra aqui do pampa era São Miguel. Mandava na chuva, no vento, na geada. Na neve, se fosse o caso. Foi no tempo em que os castelhanos eram donos, mandavam e desmandavam na indiada toda. Ainda está lá, para quemContinuar lendo “ENCHENTE DE SÃO MIGUEL”

Um livro que é um museu

Acaba de vir à tona, vindo da profundeza das memórias da II Guerra Mundial, tal como vivida em Caxias do Sul, um livro que já é por si só um museu. Seu título é de cunho intencionalmente didático, e por isso mais longo que de costume: MUSEU DOS EX-COMBATENTES DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDA GUERRAContinuar lendo “Um livro que é um museu”

Memórias da Revolução de 1923

Já que estamos no centenário da famigerada Revolução de 23, tenho uma preciosidade para mostrar. É um registro feito por meu pai num pequeno caderno de memórias, contando a sua “difícil escalada do autodidatismo”. É uma narrativa que dá uma ideia nada glorificante dessa revolução, mostrando como ela doeu no cotidiano da vida das pessoas, como na de umContinuar lendo “Memórias da Revolução de 1923”

Santa Tereza: patrimônio histórico-cultural

Exatamente no dia 5 de novembro de 2010, o município de Santa Tereza, emancipado de Bento Gonçalves em 1992, teve aprovado o tombamento da sua paisagem urbana pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Foram incluídos na área de preservação o seu espaço urbano e a paisagem de entorno. Faz parte de minhaContinuar lendo “Santa Tereza: patrimônio histórico-cultural”

A força do Rio das Antas

Com o Rio das Antas ganhando noticiário nacional, depois que a água da enchente arrastou a ponte de ferro entre Farroupilha e Nova Roma, uma ponte com noventa anos de idade, é interessante relembrar a história desse rio, pelas margens do qual até Giuseppe Garibaldi desceu a cavalo, junto com sua Anita e o filho. Vinte anos depois dessaContinuar lendo “A força do Rio das Antas”

Um contador de histórias

A recente eleição de Francisco Michielin para ser o Patrono da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul coloca na frente do leitor um fascinante contador de histórias, capaz de fazer uma reconstituição concreta de tempos passados. Seus dois livros mais conhecidos têm como tema histórias do futebol. O primeiro, Assim na terra como no céu, contaContinuar lendo “Um contador de histórias”

O “pai” do Dolce Stil Nuovo

O poeta Guido Guinizzelli, que Dante Alighieri chamou de “pai” do Stil Nuovo, nasceu em Bolonha entre os anos de 1230 e 1240, e morreu em Monselice em 1276. Há poucos dados sobre sua identidade e muitas discordâncias. A versão mais aceita é de que foi um juiz, ou jurisperito, filho de Guinizzello da Magnano, sendo sua mãeContinuar lendo “O “pai” do Dolce Stil Nuovo”

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora