Emoção à flor da pele

Um assunto que pode cair no cliché com muita facilidade é emoção. Mas não creio que qualquer escritor se importe com isso. Eu não me importo. E é o que trago aqui: a emoção que fica à flor da pele ao se experimentar algo novo. Sim. Novas experiências. E um exemplo é o que euContinuar lendo “Emoção à flor da pele”

Brownie

                Ela é um exemplo de pessoa. Sabe aquela companhia que sempre te recebe bem, com carinho, e quer te ver apreciando a vida, não importa o quê? Essa é a Brownie. Tem nome estrangeiro, mas é bem brasileira. Não reclama do tipo de comida, mas esse é um item que não pode faltar. BoaContinuar lendo “Brownie”

Cadeira vazia

Quando chegamos a algum lugar, seja restaurante, consultório médico ou odontológico, festa, ou mesmo ainda antes de chegar a esse local, no ônibus, por exemplo, procuramos por uma cadeira vazia onde sentar. Sentar e esperar, sentar e conversar, sentar e ser atendido, sentar e se divertir, sentar e se deslocar. Ontem parei para pensar: essasContinuar lendo “Cadeira vazia”

Um novo capítulo

Durante muito tempo, este blog foi muito mais do que um local de publicações. Foi um espaço em que nosso pai compartilhou seus conhecimentos, suas reflexões e um pouco da maneira como enxergava o mundo. Há cerca de um ano e meio, as publicações foram interrompidas. O motivo foi sua partida, uma perda que deixouContinuar lendo “Um novo capítulo”

Escritores vênetos da atualidade

Um recente amigo, muito prestimoso, me fez chegar às mãos algumas obras de quatro escritores vênetos. Todos eles nasceram nos anos 1920 e faleceram no início deste século, entre os oitenta e cinco e os noventa anos de idade. São eles, pela ordem cronológica: Mario Rigoni Stern: 1921-2008; Andrea Zanzotto: 1921-2011; Luigi Meneghello: 1922-2007; Gian Antonio Cibotto:Continuar lendo “Escritores vênetos da atualidade”

Contributo para a história da presença italiana no Brasil

Com o título acima em italiano, foi publicado em Roma um livro por ocasião do Centenário da Imigração Italiana em nosso país, com a primeira parte do volume dedicada à vida dos italianos no Rio Grande do Sul. O texto-chave é uma longa crônica do professor Gaetano Massa, organizador da obra, que contou com pesquisa de RovilioContinuar lendo “Contributo para a história da presença italiana no Brasil”

Italianos no Rio Grande

Durante a comemoração do Centenário da Imigração Italiana (em 1975), foi publicado um livro com o título Italiani in Rio Grande. Não só o título, mas todo o texto foi publicado em língua italiana, com o patrocínio do IVRAL – Istituto Veneto per i Rapporti com l’America Latina, com o objetivo de ser distribuído entre os estudantes da Itália,Continuar lendo “Italianos no Rio Grande”

O retorno com o final da saga

Depois da permanência de quase um mês, entre abril e maio de 1937, nas águas termais de Tubarão, o Cônego Donato iniciou sua viagem de retorno, que não deixou de ter incidentes, para ficar com o termo por ele usado em suas Notas de uma Viagem. O trecho até Conceição do Arroio, ou Osório, teve praticamente os mesmosContinuar lendo “O retorno com o final da saga”

Chegada a Tubarão

De Araranguá a Tubarão, registra o Cônego Donato, “há dez estações de trem, que são: Araranguá, Morretes, Sangão, Criciúma, Içara, Esplanada, Morro Grande, Jaguaruna, Congonha e Tubarão. As mais importantes são Tubarão, Jaguaruna, Esplanada, Criciúma e Araranguá”. Essa ferrovia catarinense teve sua construção iniciada em 1880, ainda no tempo do Império, para transportar o carvão daContinuar lendo “Chegada a Tubarão”

A ida do caminhão de socorro

Quando chegou o caminhão de socorro, depois de horas de espera e de nervosismo, o Cônego Donato dirigiu-se ao senhor Elto Labes, que chegava “em carne e osso” no comando da operação, com um mecânico e mais um ajudante, para cobrar dele as razões do atraso. Se o pescador tinha ido a Sombrio às onze da manhã paraContinuar lendo “A ida do caminhão de socorro”

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