“Talian Par Cei e Grandi – Gramàtica e Stòria”. Acaba de ser publicado um livro com este título, que pode ser assim traduzido: “Talian para Crianças e Adultos – Gramática e História”. Trata-se de uma obra coletiva e multidisciplinar, tendo três nomes como coordenadores e editores: Juvenal Jorge Dal Castel, Loremi Loregian Penkal e João Wianey Tonus. Além deles, maisContinuar lendo “Um passo decisivo para a preservação do Talian”
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Ficcionistas da imigração italiana: o olhar de dentro
O “olhar de fora”, cheio de estranheza com relação ao personagem italiano, comum em todo o país, será completado por um “olhar de dentro”, cheio de cumplicidade, nas regiões ocupadas pelos imigrantes vindos da Itália. Os primeiros ficcionistas da região de imigração italiana da Serra Gaúcha mostram não apenas personagens de origem italiana, mas também aContinuar lendo “Ficcionistas da imigração italiana: o olhar de dentro”
Personagens italianos na pauliceia desvairada
É em São Paulo, para onde convergiu, segundo estimativas, cerca de setenta por cento da imigração italiana no Brasil, que naturalmente essa presença na literatura se fará mais frequente e mais intensa. Além disso, com a Semana de Arte Moderna de 1922, São Paulo se empenhou em tirar do Rio de Janeiro o título de capitalContinuar lendo “Personagens italianos na pauliceia desvairada”
O corsário e o fazedor de linguiça
Os primeiros italianos que desembarcaram no Rio Grande do Sul foram os participantes da Revolução Farroupilha (1835 – 1845). Três nomes ficaram marcados na história: Giuseppe Garibaldi, Luigi Rossetti e Tito Livio Zambeccari. Dos três, Garibaldi foi o mais famoso. Mas os outros dois também tiveram participação ativa na história gaúcha. Rossetti comprou prensa tipográfica em Montevidéu e fundouContinuar lendo “O corsário e o fazedor de linguiça”
A cartomante e outros italianos
Na cata de personagens italianos na literatura brasileira, vamos agora a Machado de Assis. Embora ele tenha vivido numa época em que levas de italianos passavam pelo porto do Rio de Janeiro, e embora ele trabalhasse no Ministério da Agricultura, órgão do governo responsável pela imigração, inclusive na época dos que vieram para o Sul do Brasil,Continuar lendo “A cartomante e outros italianos”
Figuras de italianos no romance de Alencar
Não é deste século (e agora com a minha trilogia!…) a presença de italianos como personagens na literatura brasileira. Sobre este aspecto farei alguns registros e comentários, numa sequência de textos. Esta perspectiva me parece interessante porque, nela, é possível identificar o modo pelo qual o italiano é visto e representado no universo cultural brasileiro nos últimosContinuar lendo “Figuras de italianos no romance de Alencar”
Mario Quintana e seus quintanares
Mario Quintana (1906-1994) foi outro poeta enfeitiçado pelo outono, na trilha de Paul Verlaine. Escreveu até um poema com o mesmo título, Canção de Outono. E também este Hai-Kai de Outono: “Uma borboleta amarela? Ou uma folha seca Que se desprendeu e não quis pousar?” A palavra “quintanares” é um neologismo inventado pelo poeta Manoel Bandeira, num poema deContinuar lendo “Mario Quintana e seus quintanares”
A musicalidade das folhas de outono
Na série de visitas que venho fazendo neste tempo de distanciamento social, usando o veículo das leituras, encontrei outro mestre querido: Paul Verlaine (1844-1896). Jean Richer escreveu sua biografia, num relato que daria uma série de filmes dramáticos. Verlaine foi para mim um mestre da poesia, mais que das ideias. Sua lição principal se tornou quase umContinuar lendo “A musicalidade das folhas de outono”
As teses de Eco sobre… teses!
Programei escrever um texto sobre Michel Foucault, amigo de Gilles Deleuze, mas, “furando fila”, apareceu na minha frente o Umberto Eco, por causa de uma associação adiante esclarecida… Por ocasião do cinquentenário da UCS, celebrado em 2017, houve todo um trabalho preliminar de diversas comissões para organizar a agenda comemorativa. Um item proposto foi o de que seContinuar lendo “As teses de Eco sobre… teses!”
EPIGRAMAS (1962)
Do ensino A maneira mais segura de um segredo guardar é fechá-lo num cofre ou em aula o ensinar