Mais um passo importante acaba de ser dado para a preservação da língua Talian, com a publicação do Dissionàrio Talian Brasilian. Com uma novidade: além da edição impressa, foi ele também publicado em versão digital, o que permite que o dicionário seja guardado no bolso, e não apenas na prateleira… O primeiro dicionário dessa língua construída pelosContinuar lendo “Boas-vindas ao Dissionàrio Talian Brasilian”
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125 anos de cinema brasileiro
A data dos 125 anos do cinema brasileiro foi comemorada dia 19 de junho, e estão previstos diversos eventos no decorrer deste ano, para marcar a celebração junto ao público. Essa data de 19 de junho, oficializada como Dia do Cinema Brasileiro, foi escolhida porque nesse dia, no ano de 1898, teria sido feita a primeira filmagem noContinuar lendo “125 anos de cinema brasileiro”
Pablo Neruda e a “Isla Negra”
Neste ano de 2023, completa-se meio século da morte de Pablo Neruda, data que coincide com os 50 anos do golpe militar de Augusto Pinochet. Coincidência que parece não ter sido casual. Pinochet comandou a tomada de poder em setembro de 1973, e no mesmo mês Pablo Neruda morreu depois de sair do hospital, com suspeita,Continuar lendo “Pablo Neruda e a “Isla Negra””
Apertos de mão indeléveis
Quando vi a notícia de que 21 de junho é o Dia Internacional do Aperto de Mão, lembrei logo de alguns apertos de mão que recebi e ficaram indeléveis na memória, e não apenas nos dedos. Cada um deles me trouxe uma mensagem diferente, e fácil de ser captada. O primeiro de que tenho registro foiContinuar lendo “Apertos de mão indeléveis”
O recado da contracapa
Quando os livros deixaram de ser uma preciosidade das bibliotecas e entraram na rede do comércio, a sua contracapa passou a ter uma importância capital. Nela, o leitor interessado na compra ou na leitura da obra encontra uma informação sucinta sobre seu autor e seu conteúdo, na forma de uma sinopse ou, também, da transcrição de uma passagem doContinuar lendo “O recado da contracapa”
Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’
A canção “Al cor gentil rempaira sempre amore” (“No coração gentil paira sempre o amor”) tem sido considerada uma espécie de manifesto, ou uma “canção doutrinária”, referencial para a poesia de Guido Guinizzelli. Composta por seis estâncias de dez versos cada uma, tem um caráter próximo da reflexão filosófica sobre o tema da nobreza de coração. Nela, oContinuar lendo “Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’”
O “pai” do Dolce Stil Nuovo
O poeta Guido Guinizzelli, que Dante Alighieri chamou de “pai” do Stil Nuovo, nasceu em Bolonha entre os anos de 1230 e 1240, e morreu em Monselice em 1276. Há poucos dados sobre sua identidade e muitas discordâncias. A versão mais aceita é de que foi um juiz, ou jurisperito, filho de Guinizzello da Magnano, sendo sua mãeContinuar lendo “O “pai” do Dolce Stil Nuovo”
O berço do ‘stil nuovo’
No período do Duecento (século XIII) se dá o início da literatura italiana. É quando a então chamada “língua vulgar”, derivada do latim e usada apenas como língua corrente no dia-a-dia, começa a ser utilizada como língua literária, seguindo o exemplo dos troubadours da Provença. Na península itálica, a primeira manifestação de uma literatura em língua vulgar, ou língua do povo,Continuar lendo “O berço do ‘stil nuovo’”
Relendo Cesare Pavese
Já escrevi que um crítico português me comparou com Cesare Pavese, ao afirmar que meu romance O Quatrilho tinha muita afinidade com os do poeta e romancista italiano de Turim. Relendo agora sua poesia, chamou-me a atenção um tema que perpassa a visão que tem de seu tempo: o choque da cultura tradicional com os inventos da tecnologia. Machado deContinuar lendo “Relendo Cesare Pavese”
Nas ruas e nos céus de Paris
Numa de minhas idas a Paris – uma cidade cativante como nenhuma outra – andando pela Avenue des Champs Élysées, parei na frente da Maison Cartier, uma joalheria quase tão famosa como a cidade que a abriga. Para minha surpresa, no edifício ao lado havia uma placa na entrada informando que ali havia residido Alberto Santos Dumont, “LeContinuar lendo “Nas ruas e nos céus de Paris”