Secretum: um segredo quase esquecido

SECRETUM é uma obra de Petrarca, começada em 1347 e concluída em 1354, em Milão… Petrarca a escreveu em latim, uma das dez obras que produziu nessa língua erudita, usada por todos os intelectuais da época. Em 1379, cinco anos depois da morte de Petrarca, o monge florentino Tebaldo Della Casa conseguiu entrar no ‘escritório’ do poeta. Fez aContinuar lendo “Secretum: um segredo quase esquecido”

Uma saga deliciosa

No clima da celebração dos 150 anos da imigração italiana no RS, nada satisfaz mais do que abastecer a memória com lembranças do que aconteceu nesse período. Essas lembranças aparecem pelo menos em dois calibres: o da história de cunho público e o das sagas de cunho particular. Dentro desse segundo calibre, acaba de ser publicadoContinuar lendo “Uma saga deliciosa”

José Bernardino: o meu personagem

Em meu romance A Cocanha, ocupa um bom espaço de cena o personagem José Bernardino, um funcionário da Comissão de Terras que faz anotações para escrever um romance realista, no estilo da Machado de Assis, sobre o ambiente criado pelos imigrantes italianos na Colônia Caxias. Não é um personagem fictício, mas baseado numa pessoa real, chamada JoséContinuar lendo “José Bernardino: o meu personagem”

O Trem do Papai Noel

Faltava só uma semana para o Natal. Papai Noel tinha recebido encomendas do mundo inteiro, do Polo Norte até o Polo Sul: eram pedidos de bonecas, de carros, de roupas, de livros, de sapatos e muita coisa mais. Papai Noel já tinha conferido na sua lista esses pedidos, para ver quais vinham de crianças bem comportadas, que tinhamContinuar lendo “O Trem do Papai Noel”

As incontáveis situações dramáticas

Existe um livro, no mínimo curioso, para não dizer espantoso, intitulado As Duzentas Mil Situações Dramáticas. Seu autor é Etienne Souriau (1892 – 1979), pensador francês, que dirigiu a Revue d’esthétique e se dedicou a desvendar os meandros do teatro, por primeiro, e posteriormente do cinema, como um dos fundadores da filmologia. A obra foi editada em francês em 1970 e,Continuar lendo “As incontáveis situações dramáticas”

Cansioniero Popolar – Volume III

Nesta semana, foi lançado pela EDUCS (Editora da Universidade de Caxias do Sul) o terceiro volume do Cansioniero Popolar (Cancioneiro Popular). Trata-se de um projeto que visa celebrar o sesquicentenário da Imigração Italiana com a publicação do riquíssimo acervo de canções trazidas pelos italianos e registradas, em fitas gravadas, pelo Projeto ECIRS (Elementos Culturais da Imigração ItalianaContinuar lendo “Cansioniero Popolar – Volume III”

A poesia de José Régio

Outra conferência marcante no Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, em 1968, no Rio de Janeiro, teve como tema A Poesia de José Régio. Foi proferida pelo Prof. Leodegário Amarante de Azevedo Filho (1927-2011), um ensaísta pernambucano de renome também em Portugal. Começou justificando a escolha do poeta José Régio, um nome que ficou na sombra doContinuar lendo “A poesia de José Régio”

Do verso em latim ao verso rítmico português

No dia 19 de janeiro de 1968, sexta-feira, às 10h, no Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, do qual participei no Rio de Janeiro, o tema foi: Da Quantidade Latina ao Verso Rítmico Português. E Silvio Elia (1913-1998) foi o minucioso detalhista dessa passagem. Foi quando aprendi que a métrica da poesia não é apenas uma receita deContinuar lendo “Do verso em latim ao verso rítmico português”

O Estruturalismo entra em cena

Voltando ao II Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, realizado no Rio, em janeiro de 1968, outra conferência marcante registrada em meu caderno de anotações foi a de Luiz Costa Lima, sobre Estruturalismo e Crítica Literária. No final da palestra, que começou às 16 horas do dia 17 de janeiro, escrevi este elogio: Costa Lima foi muitoContinuar lendo “O Estruturalismo entra em cena”

Conflitos da crítica literária

A segunda conferência do II Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, no Rio de Janeiro, teve como estrela o eminente Afrânio Coutinho (1911-2000). Ela aconteceu no dia 16 de janeiro de 1968, terça-feira, sobre o tema A Nova Crítica. Afrânio Coutinho começou esnobando os que afirmavam que a Nova Crítica procedia do New Criticism anglo-americano, que é do século XX. EContinuar lendo “Conflitos da crítica literária”

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