Boas-vindas ao Dissionàrio Talian Brasilian

Mais um passo importante acaba de ser dado para a preservação da língua Talian, com a publicação do Dissionàrio Talian Brasilian. Com uma novidade: além da edição impressa, foi ele também publicado em versão digital, o que permite que o dicionário seja guardado no bolso, e não apenas na prateleira… O primeiro dicionário dessa língua construída pelosContinuar lendo “Boas-vindas ao Dissionàrio Talian Brasilian”

Pablo Neruda e a “Isla Negra”

Neste ano de 2023, completa-se meio século da morte de Pablo Neruda, data que coincide com os 50 anos do golpe militar de Augusto Pinochet. Coincidência que parece não ter sido casual. Pinochet comandou a tomada de poder em setembro de 1973, e no mesmo mês Pablo Neruda morreu depois de sair do hospital, com suspeita,Continuar lendo “Pablo Neruda e a “Isla Negra””

O recado da contracapa

Quando os livros deixaram de ser uma preciosidade das bibliotecas e entraram na rede do comércio, a sua contracapa passou a ter uma importância capital. Nela, o leitor interessado na compra ou na leitura da obra encontra uma informação sucinta sobre seu autor e seu conteúdo, na forma de uma sinopse ou, também, da transcrição de uma passagem doContinuar lendo “O recado da contracapa”

Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’

A canção “Al cor gentil rempaira sempre amore” (“No coração gentil paira sempre o amor”) tem sido considerada uma espécie de manifesto, ou uma “canção doutrinária”, referencial para a poesia de Guido Guinizzelli. Composta por seis estâncias de dez versos cada uma, tem um caráter próximo da reflexão filosófica sobre o tema da nobreza de coração. Nela, oContinuar lendo “Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’”

O berço do ‘stil nuovo’

No período do Duecento (século XIII) se dá o início da literatura italiana. É quando a então chamada “língua vulgar”, derivada do latim e usada apenas como língua corrente no dia-a-dia, começa a ser utilizada como língua literária, seguindo o exemplo dos troubadours da Provença. Na península itálica, a primeira manifestação de uma literatura em língua vulgar, ou língua do povo,Continuar lendo “O berço do ‘stil nuovo’”

Relendo Cesare Pavese

Já escrevi que um crítico português me comparou com Cesare Pavese, ao afirmar que meu romance O Quatrilho tinha muita afinidade com os do poeta e romancista italiano de Turim. Relendo agora sua poesia, chamou-me a atenção um tema que perpassa a visão que tem de seu tempo: o choque da cultura tradicional com os inventos da tecnologia. Machado deContinuar lendo “Relendo Cesare Pavese”

O beco de Manuel Bandeira

Para ninguém confundir essa palavra com seu sentido em italiano, ou em talian, beco aqui significa “rua estreita e curta, às vezes sem saída”, como sentencia o Dicionário Houaiss. Pois Manuel Bandeira tornou famoso um beco da Lapa, no Rio de Janeiro, com dois poemas: Poema do Beco, publicado no livro Estrela da Manhã, em 1936, com uma tiragem de 47 exemplares, e Última Canção doContinuar lendo “O beco de Manuel Bandeira”

Uma trilogia sobre a escravidão

Numa rara coincidência, junto com o romance Carcaça de Negro, de Mário Maestri, me chegou às mãos outra obra mestra sobre o tema da escravidão. São três volumes com quinhentas páginas em média cada um deles, mas a leitura nunca se torna cansativa. Seu autor é Laurentino Gomes, que se consagrou com três obras premiadas: 1808, sobre a fuga de DomContinuar lendo “Uma trilogia sobre a escravidão”

CHUVAS

Com o atual regime de chuvas, um dos prazeres de verão já está irremediavelmente perdido: o de saborear figos. As uvas também estão aguadas e não amadurecem como deve ser, mas as uvas sempre podem, com alguma ajuda do engenho e da arte, serem prolongadas nos vinhos. Os figos não. Ou são saboreados na estaçãoContinuar lendo “CHUVAS”

Um romance da escravidão em terras gaúchas

O historiador gaúcho Mário Maestri acaba de publicar um romance, com o título de Carcaça de Negro, com o subtítulo de “Um romance da escravidão no Rio Grande do Sul”. Como diz ele em afetuosa dedicatória, seguindo caminho arriscado, “em que me aventuro por mares que não são meus” De fato, o caminho percorrido por Mário Maestri foi no campoContinuar lendo “Um romance da escravidão em terras gaúchas”

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