É outono. Tudo está diluído
e sereno. As arestas adoçadas.
Sereno é o azul, as nuvens,
serena a luz,
serena a montanha e a névoa,
serenos os meus olhos,
sereno também o meu rosto,
mas o coração não está.
(1960)
Este blog nasceu com o propósito de aproximar o autor de seus leitores, criando um espaço para compartilhar reflexões, conhecimentos, textos e materiais de interesse comum. Durante muitos anos, esse diálogo foi conduzido por José Clemente Pozenato, cuja generosidade intelectual marcou este espaço e tantas pessoas que o acompanharam. Após seu falecimento, as publicações permaneceram interrompidas por algum tempo. Agora, o blog inicia uma nova etapa, sob os cuidados de sua filha Maria Helena, que assume a responsabilidade de dar continuidade a esse legado. Respeitando a essência que sempre caracterizou este espaço, as novas publicações buscarão manter vivo o diálogo com os leitores, preservando a memória de seu criador e ampliando a divulgação de conteúdos relevantes.
É outono. Tudo está diluído
e sereno. As arestas adoçadas.
Sereno é o azul, as nuvens,
serena a luz,
serena a montanha e a névoa,
serenos os meus olhos,
sereno também o meu rosto,
mas o coração não está.
(1960)
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