Marcos e o barco

Marcos voltou com seu barco após dias perdidos no bojo do mar. E sentado chorava o vazio samburá. A brisa marinha afaga o seu rosto: Marcos, por que chorar? Teu trabalho foi ganho teu gesto fez o mar. Mansamente veio a noite e já não parecia tão sombrio o pescador tão vazio o samburá.                                   Continuar lendo “Marcos e o barco”

Poema da terra

Amigos, amemos a terra, antes que ela desapareça ou nós. Tem sido boa conosco fecunda e de gordos proventos para a nossa irrisória fragilidade. Amemos a terra, velha que já foi moça e agora vai morrer. Carece de um instante de amor antes da última neblina. Amigos que amais tantas coisas tolas tudo isso éContinuar lendo “Poema da terra”

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