A permanência da GAUCHESCA

Em meio aos festejos capitaneados pela data de 20 de setembro, trago à tona algumas das ideias que escrevi, décadas atrás, sobre a “permanência da Gauchesca”. A gauchesca, sinônimo de cultura do gaúcho, tem início em meados do século dezenove, quando as correntes migratórias de origem europeia, que iriam constituir as zonas coloniais, apenas começavam. A únicaContinuar lendo “A permanência da GAUCHESCA”

Santa Tereza: patrimônio histórico-cultural

Exatamente no dia 5 de novembro de 2010, o município de Santa Tereza, emancipado de Bento Gonçalves em 1992, teve aprovado o tombamento da sua paisagem urbana pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Foram incluídos na área de preservação o seu espaço urbano e a paisagem de entorno. Faz parte de minhaContinuar lendo “Santa Tereza: patrimônio histórico-cultural”

A força do Rio das Antas

Com o Rio das Antas ganhando noticiário nacional, depois que a água da enchente arrastou a ponte de ferro entre Farroupilha e Nova Roma, uma ponte com noventa anos de idade, é interessante relembrar a história desse rio, pelas margens do qual até Giuseppe Garibaldi desceu a cavalo, junto com sua Anita e o filho. Vinte anos depois dessaContinuar lendo “A força do Rio das Antas”

Cansioniero Popolar – Volume III

Nesta semana, foi lançado pela EDUCS (Editora da Universidade de Caxias do Sul) o terceiro volume do Cansioniero Popolar (Cancioneiro Popular). Trata-se de um projeto que visa celebrar o sesquicentenário da Imigração Italiana com a publicação do riquíssimo acervo de canções trazidas pelos italianos e registradas, em fitas gravadas, pelo Projeto ECIRS (Elementos Culturais da Imigração ItalianaContinuar lendo “Cansioniero Popolar – Volume III”

A poesia de José Régio

Outra conferência marcante no Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, em 1968, no Rio de Janeiro, teve como tema A Poesia de José Régio. Foi proferida pelo Prof. Leodegário Amarante de Azevedo Filho (1927-2011), um ensaísta pernambucano de renome também em Portugal. Começou justificando a escolha do poeta José Régio, um nome que ficou na sombra doContinuar lendo “A poesia de José Régio”

Do verso em latim ao verso rítmico português

No dia 19 de janeiro de 1968, sexta-feira, às 10h, no Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, do qual participei no Rio de Janeiro, o tema foi: Da Quantidade Latina ao Verso Rítmico Português. E Silvio Elia (1913-1998) foi o minucioso detalhista dessa passagem. Foi quando aprendi que a métrica da poesia não é apenas uma receita deContinuar lendo “Do verso em latim ao verso rítmico português”

O Estruturalismo entra em cena

Voltando ao II Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, realizado no Rio, em janeiro de 1968, outra conferência marcante registrada em meu caderno de anotações foi a de Luiz Costa Lima, sobre Estruturalismo e Crítica Literária. No final da palestra, que começou às 16 horas do dia 17 de janeiro, escrevi este elogio: Costa Lima foi muitoContinuar lendo “O Estruturalismo entra em cena”

Os melhores vinhos de Caxias

Um importante evento está chamando a atenção de todos para os vinhos produzidos em Caxias do Sul. Trata-se do 26º Concurso dos Melhores Vinhos, Sucos e Espumantes, ainda em andamento. É um evento de suma importância porque quase todo mundo esquece que o município, hoje um famoso polo metal-mecânico, em nível internacional, continua cultivando os produtos que deram origemContinuar lendo “Os melhores vinhos de Caxias”

Conflitos da crítica literária

A segunda conferência do II Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa, no Rio de Janeiro, teve como estrela o eminente Afrânio Coutinho (1911-2000). Ela aconteceu no dia 16 de janeiro de 1968, terça-feira, sobre o tema A Nova Crítica. Afrânio Coutinho começou esnobando os que afirmavam que a Nova Crítica procedia do New Criticism anglo-americano, que é do século XX. EContinuar lendo “Conflitos da crítica literária”

Felicidade

Perguntaram a um sujeito, que todos tinham na conta de ser um cara feliz: “Qual é a tua receita de felicidade?” Ele respondeu: “Muito simples: não penso nos problemas de amanhã, vivo um dia por vez”. A mesma pergunta foi feita a um outro, também considerado feliz, e a resposta foi: “Penso que amanhã aindaContinuar lendo “Felicidade”

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