Assim que foi criada a Universidade de Caxias do Sul (UCS), em 1967, fui contemplado com uma bolsa da Fundação Ford para participar, no Rio de Janeiro, do II Simpósio se Língua e Literatura Portuguesa. Ele aconteceu de 15 a 27 de janeiro de 1968, em pleno verão carioca, na Universidade do Estado da Guanabara, que mudariaContinuar lendo “Preciosidades de gaveta”
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Um contador de histórias
A recente eleição de Francisco Michielin para ser o Patrono da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul coloca na frente do leitor um fascinante contador de histórias, capaz de fazer uma reconstituição concreta de tempos passados. Seus dois livros mais conhecidos têm como tema histórias do futebol. O primeiro, Assim na terra como no céu, contaContinuar lendo “Um contador de histórias”
Sopas para o inverno
O inverno sempre convida a privilegiar uma sopa quente no cardápio. E a região da Serra Gaúcha é rica em variedade de sopas e sabores. É possível que o frio, que volta e meia traz a neve, esteja na raiz dessa tendência culinária. Entre os anos de 2003 e 2007, período em que se construíram as usinas de energiaContinuar lendo “Sopas para o inverno”
Boas-vindas ao Dissionàrio Talian Brasilian
Mais um passo importante acaba de ser dado para a preservação da língua Talian, com a publicação do Dissionàrio Talian Brasilian. Com uma novidade: além da edição impressa, foi ele também publicado em versão digital, o que permite que o dicionário seja guardado no bolso, e não apenas na prateleira… O primeiro dicionário dessa língua construída pelosContinuar lendo “Boas-vindas ao Dissionàrio Talian Brasilian”
125 anos de cinema brasileiro
A data dos 125 anos do cinema brasileiro foi comemorada dia 19 de junho, e estão previstos diversos eventos no decorrer deste ano, para marcar a celebração junto ao público. Essa data de 19 de junho, oficializada como Dia do Cinema Brasileiro, foi escolhida porque nesse dia, no ano de 1898, teria sido feita a primeira filmagem noContinuar lendo “125 anos de cinema brasileiro”
Pablo Neruda e a “Isla Negra”
Neste ano de 2023, completa-se meio século da morte de Pablo Neruda, data que coincide com os 50 anos do golpe militar de Augusto Pinochet. Coincidência que parece não ter sido casual. Pinochet comandou a tomada de poder em setembro de 1973, e no mesmo mês Pablo Neruda morreu depois de sair do hospital, com suspeita,Continuar lendo “Pablo Neruda e a “Isla Negra””
Apertos de mão indeléveis
Quando vi a notícia de que 21 de junho é o Dia Internacional do Aperto de Mão, lembrei logo de alguns apertos de mão que recebi e ficaram indeléveis na memória, e não apenas nos dedos. Cada um deles me trouxe uma mensagem diferente, e fácil de ser captada. O primeiro de que tenho registro foiContinuar lendo “Apertos de mão indeléveis”
O recado da contracapa
Quando os livros deixaram de ser uma preciosidade das bibliotecas e entraram na rede do comércio, a sua contracapa passou a ter uma importância capital. Nela, o leitor interessado na compra ou na leitura da obra encontra uma informação sucinta sobre seu autor e seu conteúdo, na forma de uma sinopse ou, também, da transcrição de uma passagem doContinuar lendo “O recado da contracapa”
Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’
A canção “Al cor gentil rempaira sempre amore” (“No coração gentil paira sempre o amor”) tem sido considerada uma espécie de manifesto, ou uma “canção doutrinária”, referencial para a poesia de Guido Guinizzelli. Composta por seis estâncias de dez versos cada uma, tem um caráter próximo da reflexão filosófica sobre o tema da nobreza de coração. Nela, oContinuar lendo “Poema manifesto do ‘Stil Nuovo’”
O “pai” do Dolce Stil Nuovo
O poeta Guido Guinizzelli, que Dante Alighieri chamou de “pai” do Stil Nuovo, nasceu em Bolonha entre os anos de 1230 e 1240, e morreu em Monselice em 1276. Há poucos dados sobre sua identidade e muitas discordâncias. A versão mais aceita é de que foi um juiz, ou jurisperito, filho de Guinizzello da Magnano, sendo sua mãeContinuar lendo “O “pai” do Dolce Stil Nuovo”