Antes do ‘Halloween’, havia ‘Le Streghe’!

A crença popular em seres fantásticos se encontra em todas as culturas. Da cultura indígena vieram o Saci Pererê, a Iara e outros entes. Na cultura gaúcha, a figura do Negrinho do Pastoreio é imbatível. Na tradição dos imigrantes italianos as figuras mais relevantes são o “Sanguanel”, também conhecido como “Mazzarollo”, o que dá nós em tudo,Continuar lendo “Antes do ‘Halloween’, havia ‘Le Streghe’!”

Uma despedida não prevista

Foi uma dolorida surpresa o falecimento do empresário, escritor e promotor cultural Plínio Mioranza (aos 82 anos, ocorrido no último domingo, dia 9 de outubro). Escrevo esta crônica como uma pequena homenagem, para de algum modo prolongar sua presença amiga a meu lado e, também, na memória coletiva. Conheci Plínio Mioranza como meu aluno no Curso deContinuar lendo “Uma despedida não prevista”

O poeta do “Cântico das Criaturas”

Quando saí de São Francisco de Paula para entrar no Seminário Menor em Caxias do Sul, deparei com outro São Francisco: o de Assis. Ocorre que o Seminário era na época dirigido pela ordem dos Capuchinhos, e o dia de São Francisco de Assis, a 4 de outubro, era a data mais festejada do ano, comContinuar lendo “O poeta do “Cântico das Criaturas””

O tempo para a leitura

Agora que começa a acontecer a 38ª Feira do Livro de Caxias do Sul, com o slogan de que Tudo é Leitura, pode ser interessante ler também um pouco do passado. Talvez nem todos saibam que a primeira Feira do Livro do mundo foi realizada em Frankfurt, na Alemanha, em 1947. E que ela aconteceu pouco tempo depois da derrotaContinuar lendo “O tempo para a leitura”

Encilhando o cavalo

As cavalgadas comemorativas da data farroupilha fizeram vir à tona da memória o quanto o cavalo fez parte de meu mundo real e imaginário. A ponto de ocupar um lugar privilegiado em minha poesia, como salientou o crítico literário Guilhermino Cesar em artigo no Correio do Povo (em 28/05/1983), citando o poema “O menino e o cavalo”. O mesmoContinuar lendo “Encilhando o cavalo”

O torneio de laço de vaca parada

Em plena realização dos Festejos Farroupilhas, como vêm sendo chamados os eventos que precedem a data maior dos gaúchos, em várias localidades está programada a realização de torneios de laço de vaca parada. E não só no Rio Grande do Sul. Fora de suas fronteiras, onde haja um Centro de Tradições Gaúchas, esse desafio de laçadores também seContinuar lendo “O torneio de laço de vaca parada”

Do vinho novo ao vinho velho

No ano de 1978 foi publicado, em coedição do Instituto Estadual do Livro e a Editora da Universidade de Caxias do Sul, um livro de poemas de Olmiro Azevedo (1895 – 1974), intitulado Vinho Velho. Ele havia falecido quatro anos antes e deixado a coletânea de poemas organizada, com esta apresentação cheia de humor: EU ME EXPLICO DosContinuar lendo “Do vinho novo ao vinho velho”

O controle de pombas em Bordeaux

Em minhas viagens pela Europa, estive também na cidade de Bordeaux, na costa sudoeste da França, no ano de 2010. Quando comentei com um professor da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, em Portugal, que eu tinha ido a Bordeaux, ele foi fulminante em me corrigir, com o sotaque lusitano: – Bordéus! – disse ele, com oContinuar lendo “O controle de pombas em Bordeaux”

Italianos no Espírito Santo

Em sua obra magistral, O Ocaso da Colombina – A Breve e Poética Vida de Vivita Cartier, Marcos Fernando Kirst conta que o pai de Vivita, Paulo de Campos Cartier, não presenciou o nascimento da filha, em abril de 1893, porque estava no Espírito Santo. Com que objetivo? É que o Espírito Santo recebeu uma grande imigração italiana (dados apontamContinuar lendo “Italianos no Espírito Santo”

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