Agora que começa a acontecer a 38ª Feira do Livro de Caxias do Sul, com o slogan de que Tudo é Leitura, pode ser interessante ler também um pouco do passado. Talvez nem todos saibam que a primeira Feira do Livro do mundo foi realizada em Frankfurt, na Alemanha, em 1947. E que ela aconteceu pouco tempo depois da derrotaContinuar lendo “O tempo para a leitura”
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Encilhando o cavalo
As cavalgadas comemorativas da data farroupilha fizeram vir à tona da memória o quanto o cavalo fez parte de meu mundo real e imaginário. A ponto de ocupar um lugar privilegiado em minha poesia, como salientou o crítico literário Guilhermino Cesar em artigo no Correio do Povo (em 28/05/1983), citando o poema “O menino e o cavalo”. O mesmoContinuar lendo “Encilhando o cavalo”
O torneio de laço de vaca parada
Em plena realização dos Festejos Farroupilhas, como vêm sendo chamados os eventos que precedem a data maior dos gaúchos, em várias localidades está programada a realização de torneios de laço de vaca parada. E não só no Rio Grande do Sul. Fora de suas fronteiras, onde haja um Centro de Tradições Gaúchas, esse desafio de laçadores também seContinuar lendo “O torneio de laço de vaca parada”
CANÇÃO VELHA
Na manhã veludosa Saborosa De primavera brasileira Brincam as andorinhas. Andorinha brasileira nunca quis ser estrangeira. Sempre sobra mesmo no inverno um pouco de primavera para as andorinhas e os apaixonados.
Do vinho novo ao vinho velho
No ano de 1978 foi publicado, em coedição do Instituto Estadual do Livro e a Editora da Universidade de Caxias do Sul, um livro de poemas de Olmiro Azevedo (1895 – 1974), intitulado Vinho Velho. Ele havia falecido quatro anos antes e deixado a coletânea de poemas organizada, com esta apresentação cheia de humor: EU ME EXPLICO DosContinuar lendo “Do vinho novo ao vinho velho”
O controle de pombas em Bordeaux
Em minhas viagens pela Europa, estive também na cidade de Bordeaux, na costa sudoeste da França, no ano de 2010. Quando comentei com um professor da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, em Portugal, que eu tinha ido a Bordeaux, ele foi fulminante em me corrigir, com o sotaque lusitano: – Bordéus! – disse ele, com oContinuar lendo “O controle de pombas em Bordeaux”
Italianos no Espírito Santo
Em sua obra magistral, O Ocaso da Colombina – A Breve e Poética Vida de Vivita Cartier, Marcos Fernando Kirst conta que o pai de Vivita, Paulo de Campos Cartier, não presenciou o nascimento da filha, em abril de 1893, porque estava no Espírito Santo. Com que objetivo? É que o Espírito Santo recebeu uma grande imigração italiana (dados apontamContinuar lendo “Italianos no Espírito Santo”
A era dos cineclubes
Neste ano de 2022, quando o Festival de Cinema de Gramado chegou à sua edição de número 50, parece interessante buscar sua história e ver como tudo começou. Na realidade, as mostras de cinema na cidade começaram bem antes de 1972, data oficial do primeiro evento. Já na Festa das Hortênsias, iniciada catorze anos antes, em 1958, haviaContinuar lendo “A era dos cineclubes”
O guarda-pó da Eberle
A UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – tem sua sede em Paris, num edifício que é por si só um patrimônio cultural, e que tive a emoção de visitar. Na área da Cultura, a UNESCO tem definido, além do patrimônio material, também o Patrimônio Cultural Imaterial, que compreende usos, línguas, representações,Continuar lendo “O guarda-pó da Eberle”
Reinventando ser pai
Depois de alguns anos de experiência como pai, cheguei a uma conclusão: não existe receita pronta para alguém copiar e garantir que vai ser um bom pai. Eu, por exemplo, podia me basear no modelo que tive dentro de casa. Aprendi muita coisa com meu pai. De certo modo, sem desconsiderar o queContinuar lendo “Reinventando ser pai”